quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Encontros com a literatura indígena

6 comentários:

José Carlos Brandão disse...

Continue voando, Graça, e espalhando as sementes da sua / nossa cultura, que não pode desaparecer - seria desaparecer o próprio povo.
Um grande abraço.

Ademario Ribeiro disse...

Ôi Graça querida, avante! Leva com vocês as nossas vozes das mais elouquentes àquelas que ainda estão sufocadas ou subterrâneas! Lança esse grito ameríndio de teu peito de pássaro pois os ancestrais estão contigo, sem dúvida! Segue a senda, o signo e o sigificado estão com você tod@s aí nesse potirõ!

Ñanderu Eté que tem seus tantos nomes, esteja com vocês!!!

Do teu poetamigo e aluno,

Ademario Ribeiro

Graça Graúna disse...

Ademario, meusamor: tua presença aqui, alhures eleva meu amor pela vida. Meu indio poetamigo, que a paz de ñanderu esteja sempre com você, Natalina e Yã.
Graça Graúna

Graça Graúna disse...

Meu queri poeta mestre Brandão: a suas boas palavras trazem bons fluido para que a nossa cultura, não desapareça. Paz em Ñandeu

Marcia Cecilia disse...

Graça, quem posta esta mensagem a ti é aquela garota que te ouvia aparentemente "séria", como conversamos pouco depois. Agradeço demais as suas palavras durante o de/batepapo, que remexeram demais diversas questões que venho matutando e me acompanham. Sobre a "seriedade", quero reencontrá-la e expressar a ti sobre esta aparente "seriedade" que norteia durante aulas, acredito que daremos algumas risadas...abraço com carinho, e mais uma vez agradeço pelas palavras e convívio.

Graça Graúna disse...

Minha querida Cecilia: fico muito feliz com a sua doce presença aqui no blog. Gosto de saber que você é alegre. na verdade, eu é que estava muito seria durante o debatepapo; é que sempre fico muito seria quando estou muito longe de casa. Acho que quase todo mundo é assim. Vamos ter oportunidade de trocar mais e mais ideias. Grata, tamém, pelo carinho. Volte sempre. Saudações indígenas,
Graça Graúna