segunda-feira, 27 de julho de 2009

Tessituras

Ponte de Arles, de Vincent Van Gogh


Ser todo coração
enquanto houver poesia:
essa ponte entre mundos apartados


Graça Graúna. Tessituras da terra. Belo Horizonte: M.E. Edições Alternativas, 2001, p.31.

7 comentários:

samuca santos disse...

ih, tomara que eu não esteja enchendo...
mas, é brincadeira?!
vai pro bloguinho, grauninha querida.
tcheros

GRAÇA GRAÚNA disse...

Samuca do meu coração: bom demais receber a sua preciosa atenção, o seu carinho. Grata por você existir. Bjos, Grauninha

Márcia Sanchez Luz disse...

Grauninha querida, tem presente pra você lá em O Imaginário. Basta pegá-lo, copiar as regras e inseri-las em seu blog.

Beijos de carinho e luz!

Márcia

José Carlos Brandão disse...

Abaixo a água clara,
acima o céu azul,
nós na ponte da poesia.

bj.

GRAÇA GRAÚNA disse...

Querida Marcia: grata, mais uma vez, por lembrar de mim. Você é ouro. Bjos de luz, Grauninha

GRAÇA GRAÚNA disse...

Meu querido Mestre Carlos Brandão: a poesia nos une. Bjos, Grauninha

Almirante Águia disse...

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