sábado, 11 de outubro de 2008

Pelo dia das crianças

Eu, eterna criOnça, no colo da minha mãe Noemia.

Reinações


Alegria de chegança
no meio da tribo
verte-se em estrelas:
Bisa, Bebel,
Íris, Caio e Davi.

Múltipla chegança:
Rudá, Mariana
Ian, Iasmin
Acalentam os dias.

Na tessitura dos sonhos
Pedrinhos e Quixotes,
Joãozinho e Edu
habitantes do sítio,
o mesmo de Clara e Flora,
de Sherazade e Emília.

O sitio,
onde mil noites não bastam
e os dias são curtos
para contar as reinações
de narizinhos arrebitados
e os misteriosos caminhos de Sofia.


Graça Graúna, Nordeste do Brasil.

Nota: este Poema integra a Antologia InternacionalTerra Latina ©2005 - Editada pelo Projeto Cultural ABRALI

4 comentários:

compulsão diária disse...

No dia das crianças quero ser a Emília deste paraíso ancestral, Graunhinha. Deixa?

José Carlos Brandão disse...

Depois de não sei que idade, a gente volta a ser criança. Tô lá!
A nfância é o mundo dos sonhos, tudo são possibilidades, tudo vai se realizar por algum poder mágico da fantasia.
Que esse tempo não se acabe nunca. Viva!

Sônia Brandão disse...

Que permaneça sempre viva essa criança que há em nós.

marilia disse...

Todos devíamos ser, pelo menos uma hora por dia, crianças, em reinações puras. Um belo exercício, não acha?

Lindo poema.

abç